Minha história com o alemão é antiga, comecei no segundo semestre de 2008 a fazer um curso semestral de alemão. Naquele período estudei por um ano o livro Delfin, o que equivale ao nível A1. Por motivos de força maior tive que interromper os estudos na língua, retomando apenas em 2011.
Neste intervalo na minha escola de ensino médio foi ofertado alemão como segunda língua estrangeira, através de um programa, o "Schulen: Partner der Zukunft" (já mencionado no blog). Então sempre mantive o contato mínimo com a língua.
Em 2011, já na faculdade recomecei o curso, desta vez utilizando o livro Studio D já visando programas de intercâmbio (naquela época o ciência sem fronteiras ainda nem existia). Cursei 5 semestres, o equivalente aos níveis A1 e A2. Cheguei com uma bagagem boa aqui.
Did - Estudar na Alemanha
A primeira frustração ao chegar no curso de Alemão foi a ausência de um nivelamento. Sei que a grande maioria dos alunos são reoptantes de Portugal/Espanha, o que permite inferir que não falam alemão. Mas e o caso dos alunos da repescagem? No edital corrente o nível exigido era o A2, deste modo alunos de nível A1 e sem certificado foram repescados. Este foi um ponto falho e que me prejudicou de uma certa forma. Mas não vou reclamar, ganhei a bolsa e tenho um objetivo: construir uma boa base de alemão para aproveitar melhor a universidade. Este é o foco.
Estudar na Alemanha é bem diferente de estudar no Brasil, a diferença já começa no número de aulas: são 32 horas semanais contra as 3 horas que fazia. Isso sem falar no grau de exposição da língua: no mercado, ao ligar a televisão, ao ver um filme... Neste quesito não há o que comparar!
Como retornei ao principio, pela quarta vez, tento estudar os conteúdos que aprendi no Brasil, para que não caiam em desuso e se percam e deste modo vou progredindo (ou não?).
A ficha que custa a cair
Já são três semanas e eu ainda não percebo a importância dessa experiência, acho que sofro de alguma especie de delay, pois a ficha custa a cair. Acabei criando uma rotina na minha moradia que parece como seu eu sempre estivesse aqui. Estranho, não?






Imagino como deva ser essa questão de ficar repetindo. Mas é bom que você tem tempo de lidar com as outras coisas.
ResponderExcluirUma coisa muito interessante que você disse, que foi o mesmo que eu senti. É como se eu sempre tivesse vivido aqui! Essa é a sensação mais estranha do mundo!
Com o tempo a gente vai se acostumando, mas uma coisa eu digo: ela não passa. hehe